Imagem retirada de https://exame.abril.com.br/negocios/dino/efeito-black-mirror-o-real-e-o-fake-na-internet/

Algo ou alguém se torna viral quando desperta o interesse e curiosidade de um grupo de pessoas na internet. Tal fenômeno aconteceu com a série Black Mirror que traz um enredo criticando os limites entre o real e o virtual, causando grande comoção entre usuários assíduos das redes sociais.

Um dos temas mais abordados pela série é a dinâmica entre os usuários de redes sociais e a grande quantidade de notícias recebidas diariamente pelos mesmos. Em um debate recente, as “fake news” protagonizam a maior preocupação dentre aqueles que usam da internet como fonte de informação e instrumento de comunicação com seu público.

Um estudo elaborado após as eleições presidenciais dos EUA revelou que mais de 60% da população estadunidense repassou notícias falsas durante o período eleitoral. Muitas dessas notícias criadas propositalmente como estratégia para manipular a opinião pública.

Ciclo de opinião pública
Os links e redes que se formam dentro do mundo virtual são incontáveis e atingem proporções muitas vezes além do esperado. Visto isso, negócios direcionados especificamente para a criação de notícias falsas ou comentários negativos em massa para manipular a opinião pública em relação a alguma pessoa ou algum grupo se tornaram opções reais de comércio virtual.

Essa prática tornou-se uma espécie de comércio virtual na qual geradores de informação são pagos para fornecer notícias falsas para usuários chaves que passam adiante e assim perpetuam as redes de fake news.

Perfis falsos
Perfis falsos, também conhecidos como bots, surgiram inicialmente em redes como Instagram, Twitter e Facebook como estratégia de engajamento para usuários que desejavam destaque na internet. As funções desses bots nada mais eram do que se passar como usuários reais e criar uma falsa ideia de volume de curtidas, comentários de forma mecanizada.

Diferentemente de empresas que trabalham com automação de perfis de forma real e segmentada para melhor aproveitamento daqueles usuários que procuram destaque na internet, esses boots não oferecem nenhum engajamento real ou chances de evolução do perfil.

Em uma forma completamente diferente, essa empresas surgem como uma assessoria e acompanhamento para o crescimento de perfis. Através de filtros de localidade e hashtags, por exemplo, as interações e redes de conexão geradas entre o perfil e seus potenciais seguidores são reais e válidas.

Empresas como a Burning Media oferecem esse serviço e garante a segmentação real e efetiva dos perfis, sem a utilização de perfis falsos ou a necessidade de gerar comentários e curtidas falsos para um bom gerenciamento e desempenho na internet.

fonte: Exame.com