Há muito tempo a tecnologia tem ajudado os empresários a mostrarem seus produtos a um maior número de pessoas. Esse alcance, no entanto, só é possível quando consegue alinhar qualidade, otimização de tempo e criação de startups. Itens importantes para quem deseja sair na frente.

Em Jundiaí já há muitos exemplos de quem utiliza a tecnologia como aliada de mercado.

É o que acontece com a publicitária Rafaela Romanato Mendes, de 28 anos, que há dois anos criou uma página na internet com o objetivo de mostrar o que a cidade tem a oferecer em termos de diversão, em especial de entretenimento e gastronomia.

“Hoje a internet tem sido a minha fonte de trabalho, mas estou sempre antenada com o que vai acontecer. O interessante é que muitos parceiros entram em contato comigo para me convidar para os eventos. Assim, eu apresento meu trabalho e conheço o deles”, diz a influencer digital.

E, se a gastronomia e eventos são um sucesso, o setor de vestuário tem feito muita gente ganhar dinheiro.

Aos 36 anos, a designer de moda Cintia Hofstede não só resolveu mostrar o resultado na confecção de suas roupas e de seus biquínis nas redes sociais, mas também tirar dúvidas de suas clientes. Resultado? Otimização no tempo e diminuição no desperdício.

“Com este projeto de startup pretendemos otimizar o processo da fabricação de roupas minimizando desperdício de toda a cadeia e entregando o produto de acordo com o pedido da pessoa”, explica.

Agora, a internet tem sido a grande facilitadora de seu trabalho. “Nosso projeto está na engrenagem reversa aos padrões industriais nas roupas. Temos tecnologias e conhecimentos suficientes para nos ajudar a melhorar nossa visão de mundo. Da mesma forma que conseguimos criar uma rede de produção em escala massiva para não ter desperdícios.”

UNINDO IDEIAS
Com o objetivo de atrair startups inovadores para desenvolver pesquisas em áreas relevantes do conhecimento, a Incubadora Tecnológica de Jundiaí, gerida pelo Núcleo Softex e pela Unidade de Gestão de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (UGDECT), tem hoje 32 incubados residentes (com 10 a serem instalados até o final do ano) e 16 não residentes que recebem desde cursos e apoio nas áreas de empreendedorismo para tocar seus projetos.

O especialista em gestão empresarial Luciano de Assis, de 45 anos, está na Incubadora Tecnológica desde janeiro e conta que o espaço tem acelerado o desenvolvimento de novos negócios e minimizando riscos de mortalidade do início das atividades.

“Já temos casos de empresas ‘graduadas’ estamos fazendo a lição de casa com metodologias de mercado internacionais e assim confiantes nesse caminho, porque os resultados estão aparecendo”, comenta.

Para o gestor do desenvolvimento econômico, Messias Mercadante, a tendência das empresas é se unirem a toda ferramenta tecnológica para serem conhecidas.

No mundo dos negócios até um simples celular é considerado importante. “Hoje em dia, o empreendedor posta alguma coisa e o mundo inteiro já vê. Quem deseja crescer, independentemente da área de atuação, precisa estar atento ao mundo digital.”

fonte: Jornal da Jundiaí

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