Não é fácil estar entre os primeiros. O principal mecanismo de buscas da internet fez mudar a forma de produzir e apresentar o conteúdo na web. Precisamos respirar SEO.

Há quem diga que se não está na primeira página de resultados do Google, não existe. Trata-se de uma brincadeira para reforçar o conceito de que há de tudo na internet.

Pensando assim, mas deixando de lado a graça toda, poderíamos afirmar que se um site não aparece entre os primeiros em uma busca sobre determinada palavra ou expressão de sua área de atuação ele precisa de ajustes?

É bem provável. Adelson Smania comenta o assunto em “Google e a Ditadura dos Top 10 – Parte 1”. E tratou de apresentar alguns conceitos relacionados ao SEO, explicado por ele como “Search Engine Optimization, ou Otimização de Mecanismos de Pesquisa. Trata-se de um conjunto de técnicas que devem ser aplicadas a um site para melhorar seu posicionamento nas buscas feitas por sites como o Google.”

São maneiras de, com palavras-chave e auxílio de ferramentas da própria Google, inclusive, tornar o site mais destacado nas pesquisas e, por consequência, posicioná-lo entre as principais referências sobre aquilo que for pesquisado.

O estímulo a uma grande atenção aos recursos do SEO se dá, principalmente, pela necessidade de figurar entre os primeiros.

É isso que uma organização quer: estar entre as mais lembradas, ser uma referência positiva.

O assunto é capaz de produzir conteúdos gigantes, mas esse não é o nosso objetivo aqui, por enquanto.

Resumindo: quando um usuário usa o campo de busca do Google para saciar uma necessidade e encontra em um site a (melhor) resposta para o que deseja é a marca que ofereceu o que ele precisava que se fortalece. Isso vale para informação, produto, serviço.

fonte: Outra Estação

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